Apresentação
Dollabarat Agosto 2009
Verão 2009 - Golfinhos
Baleia-piloto
Tubarão-baleia
mergulho com Tubarão
Cachalote
Raia
Mergulho no Dori
Mergulho no Terceirence
                                
Como zona oceânica, apresenta numerosa e diversificada fauna pelágica característica, como patruças, peixes porco, jamantas, lírios, tubarões, tartarugas e golfinhos. Os meros são frequentes entre os 10 e os 40 metros de profundidade.
                                
Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
                                
A produção da Hanse é supervisionada pela Germansischer Lloyd de acordo com o standard GL Yacht Plus.
                                
Baleia-piloto é a designação comum aos mamíferos cetáceos do gênero Globicephala, que ocorrem nos oceanos de todo o mundo. Chegam a medir até 8,5 metros de comprimento, de coloração negra, cabeça em forma de globo sem bico definido e dentes presentes. Também são chamados de caldeirão e golfinho-piloto. Há duas espécies, Baleia-piloto-de-peitorais-longas (Globicephala melas), Baleia-piloto-de-peitorais-curtas (Globicephala macrorhynchus)
                                
O tubarão-baleia (Rhincodon typus) é a única espécie da família Rhincodontidae, além de ser a maior das espécies de tubarão, é o maior peixe conhecido, podendo crescer até cerca de 35 m e pesar mais de 13 toneladas.O animal é completamente inofensivo ao homem e alimenta-se de plâncton por filtração.
                                
O tubarão-branco (Carcharodon carcharias) é uma espécie de tubarão lamniforme, sendo o peixe predador de maiores dimensões existente na atualidade. Um tubarão-branco pode atingir 7,5 metros de comprimento e pesar até 2,5 toneladas. Esta espécie vive nas águas costeiras de todos os oceanos, desde que haja populações adequadas das suas presas, em particular pinípedes. Esta espécie é a única que sobrevive, na atualidade, do gênero carcharodon.
                                
O "Edwin L. Drake", agora "Dori", não tem nada a ver com os “nossos” dóris da pesca do bacalhau. Lançado à água em 1943, pela War Shipping Administration (International Freighting Corp) dos Estados Unidos da América, com o nome de Edwin L. Drake, começou por ser um Liberty-ship, participando na "Operação Overlord", o desembarque na Normandia, a 6 de Junho de 1944 (Dia D). Passou, em 1947, para o American Trans-Ocean Navigation Corp, e foi mudando de dono, de bandeira e de nome até 1962, onde nas mãos da Atalaya Cia Nav.SA, lhe deram o nome de Dori. A 16 de Janeiro de 1964, teve um rombo e encalhou próximo de Ponta Delgada, acabando por explodir e afundar-se a cerca de 20 metros de profundidade, em frente a São Roque e à praia do Pópulo.
                                
O cachalote "sperm whale" (Physeter catodon dos termos gregos physao (soprar) e cata (base) + odon (dente), também (Physeter macrocephalus) é a maior das baleias com dentes bem como o maior animal com dentes actualmente existente, medindo até 18 metros de comprimento. Esta baleia tem como característica distintiva o facto de possuir na cabeça uma substância cerosa de cor leitosa, o espermacete. A enorme cabeça e a forma distintiva do cachalote, bem como o seu papel na obra Moby Dick de Herman Melville, levaram muitos a descreverem o cachalote como o arquétipo de baleia por excelência.
                                
As raias "sting ray", arraias ou peixes batóides são peixes cartilaginosos (Chondrichthyes) marinhos classificados na superordem Bathoidea (ou Rajomorphii) dos Elasmobranchii, que agrupa também os tubarões. As raias têm o corpo achatado dorsiventralmente e, por consequência, as fendas branquiais encontram-se por baixo da cabeça – essa é a principal característica que distingue os peixes batóides dos "verdadeiros" tubarões. Vivem normalmente no fundo do mar (demersais), embora algumas, como a jamanta, sejam pelágicas.
                                
Mergulho em naufrágio do navio Terceirence, num fundo misto de rocha e areia. A 21 metros de profundidade repousa o navio Terceirense, naufragado em 1968, quando embateu numa baixa com o mesmo nome. Actualmente serve de abrigo a um ecossistema rico que respira vida sob a forma das mais diversas espécies. Pode observar meros, Lírios, encharéus, bogas, cardumes de chicharros e pequenos peixes como os Atherina presbyter. Na descida até ao navio e no fundo salmonetes, peixes-balão, pequenos cardumes de sargos e sargos-safia. No centro do navio, moreias-pretas, abróteas e congros. Na proa, meros e badejos, castanhetas, peixes-rei, peixes-rainha, costureiras, garoupas, salemas, bodiões-vermelhos e vejas.